Considerado um tremendo trambiqueiro, cara-de-pau e estelionatário, um dublê de empresário de comunicação, que hospeda o "jornaleco" dele em um verdadeiro fundo de quintal na cidade de Várzea Grande, vem exercitanto a luz do dia criminalmente a prática de extorsão. Políticos das mais diversas correntes eleitorais são alvo do vigarista. A tática chantagista é repugnante. Primeiro o crápula exige dinheiro para publicidade nas páginas do jornaleco. Qualquer negativa da vítima resulta em chantagem, calúnia e difamação.
Aventureiro
O jornaleco citado acima, lançado há poucos meses em Várzea Grande, não tem a menor credibilidade para formar opinião junto a sociedade civil organizada. Colecionando calotes em gráficas, lojas e estagiários de jornalismo, esse "aventureiro" deve ser preso em breve pelo crime de extorsão seguido de chantagem, calúnia e difamação. Em tempo: o vigarista não respeita as leis trabalhistas, sindicais e, muito menos, normais éticas e sociais imprescindíveis ao exercíco democrático.
Vício
Se não bastasse tudo isso, apontado nota acima, o dublê de empresário já pintou "os sete" na noite de Várzea Grande. Calote em motéis, dívidas junto a bares, restaurantes e até traficantes. Isso mesmo: o rapaz é viciado em drogas. Acostumado ao consumo de cocaína pura desde a infância, o vigarista luta diariamente contra a abstinência. Carregando nome tradicional, esse "moleque" já foi internado em um clínica de recuperação de viciados em drogas em Santa Catarina e se foragiu ao cavar um túnel nas dependências da clínica. Uma pena!
Patrocinador
O mais triste em tudo isso é que este chantagista, viciado em drogas, vem sendo patrocinado com dinheiro de um importante e sério sindicato de Mato Grosso. Ao bancar este tipo de gente, o líder dessa instituição alimenta o crime mais rasteiro da sociedade: a extorsão. O mesmo combustível que hoje mantém o jornaleco a serviço da exploração individual, pode com certeza, se voltar contra, em breve, ao seu atual mantenedor.
Combate
De forma firme e profissional, o grupo O Documento (formado pelo semanário O Documento, TV Cuiabá e site O Documento) se coloca totalmente contra este tipo de chantagem. E mais: para a manutenção do jornalismo sério, responsável e livre, as empresas de O Documento vão sempre se posicionar a favor da ética, liberdade de expressão e equilíbrio editorial. É de praxe também a nossa resposta dura e nescesária a toda e qualquer tipo de chantagem, extorsão ou estelionato usando o jornalismo como disfarce.
Grupo O Documento de Comuincação