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Cidades

Mais de 75% das cidades de MT são rotas do tráfico de drogas
02/10/2013 - 10h06   

Da Redação

Mais de 75% dos municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que compreendem a fronteira com a Bolívia e Paraguai, são rotas para o tráfico de entorpecentes. Entre as drogas comercializadas, segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), estão a maconha, cocaína e o crack.

O estudo, denominado “O Crack na Fronteira Brasileira”, mostra que devido à vizinhança com os 2 países, usuários de drogas estrangeiros também acabam se abrigando nas localidades brasileiras. Juntos, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul somam 73 municípios de fronteira, sendo que destes 41 integraram o estudo nacional. Entre as cidades que mais apresentam ocorrências ligadas ao tráfico no estado estão Cáceres, Porto Esperidião, Pontes e Lacerda e Comodoro.

Coordenador do Núcleo Interinstitucional de Estudos da Violência e da Cidadania (Nievci), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Naldson Ramos da Costa destaca que a ampla fronteira do Estado, somada à extensão dos municípios mato-grossenses e ao baixo índice de profissionais da segurança pública nas cidades contribuem para a ampliação do tráfico. “A presença de inúmeras vias ainda não asfaltadas também dificulta o acesso do policiamento e fiscalização nos municípios. É possível perceber que existe sim órgãos federais e estaduais ligados à segurança pública nestes locais, porém a extensão territorial de Mato Grosso interfere diretamente no combate às drogas”.

Delegada da unidade de Repressão a Entorpecentes (DRE), Juliana Chiquito Palhares explica que os principais tipos de drogas que circulam em Mato Grosso são a cocaína, maconha e também a pasta-base. Destaca que o crack é um subproduto da pasta-base que recebe a adição de solventes e demais substâncias tóxicas. “A presença desta droga (crack) em Mato Grosso acaba sendo de menor incidência, pois a pasta-base é mais acessível, não havendo assim a necessidade de se existir o crack”.

Tanto Naldson Ramos como Juliana Palhares destacam que a problema envolvendo as drogas não é está apenas ligado à segurança pública. “A ausência de políticas públicas voltadas para o combate e prevenção também é outro fator que fortalece a indústria das drogas. É preciso que haja o fortalecimento da segurança pública, mas também a população necessita de saúde, educação, lazer, emprego”, finalizou Ramos.

 

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