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Artigo do Dia

Adolf Hitler em Livramento
27/07/2013
Wilson Santos
  

Como professor de historia há 31 anos adoro biografias e uma das que mais me chamam a atenção é a do austríaco Adolf Hitler.Tenho lido historiadores, escritores e jornalistas do mundo todo sobre o fim da vida do líder nazista.

Muitas teses têm ajudado a formar lendas que pululam o imaginário popular de que Hitler fugiu da Alemanha e viveu seus últimos anos na Argentina.

Dentre os muitos autores dessa tese cito o jornalista Abel Basti,que em seu livro ‘El exílio de Hitler‘ afirma que o Fuhrer escapou para Barcelona e depois veio para a Argentina. O húngaro Ladislau Szabo em sua obra literária ‘Hitler está vivo‘ informa que a cúpula nazista tinha uma base alemã na Antártida Argentina,chamada ‘Nova Berchtesgaden‘ e mais recente os britânicos Gerrard Williams e Simon Dunstan no livro ‘Grey Wolf: the escape of Adolf Hitler‘ também defendem a fuga do líder alemão e sua vinda para a Argentina.

E para surpresa nossa, surgiu este ano um livro em Mato Grosso no qual a autora afirma que Adolf Hitler viveu e morreu em nosso estado, mais precisamente, em Nossa Senhora do Livramento.

O livro tem o título ‘Hitler no Brasil, sua vida e sua morte‘. A historiadora é Simoni Renée Guerreiro Dias,natural de Londrina e mato-grossensse há 33 anos.

A historiadora Simoni Dias afirma que Hitler deixou o Paraguai e depois a Argentina e chegou em Livramento por volta de 1974, indo trabalhar na fazenda Tarumã,como motorista e depois foi empregado num posto de combustíveis.

Em sua primeira visita a Livramento para estudar o caso, Simoni descobriu que Hitler usava o nome de Adolf Leipzig, mas era conhecido pelo apelido de ‘alemão velho‘ e que tinha no padre Fritz, hoje fora do sacerdócio e morador do município, seu maior amigo e confidente e que só conversavam em alemão.

Na busca por provas documentais a autora do livro foi ao cemitério da cidade e desenterrou os restos mortais do suposto Hitler, encontrando somente roupas, poucos ossos e uma espiral colocada por ocasião de uma cirurgia no fêmur.

Simoni diz que deixou o material desenterrado com um coronel médico-legista de Cuiabá, que analisou e devolveu à historiadora. Quem gosta de dar asas ao imaginário,confrontá-lo com a realidade e a ficção, vale a pena conferir no livro de Simoni Dias.

Pelo visto a vida e a morte de Hitler ainda despertarão muita curiosidade em todo mundo,inclusive, em Livramento.

 
 
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